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25 novembro, 2012

CÍRIO DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO 2012

ACONTECEU NO ÚLTIMO DIA 25 DE NOVEMBRO O CÍRIO DE NÚMERO 94, DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO PADROEIRA DA DIOCESE DE SANTARÉM, SEGUNDO ESTATÍSTICAS DO CORPO DE BOMBEIROS TIVERAM PRESENTES CERCA DE 200 MIL PESSOAS. OS FIÉIS CAMINHARAM ACOMPANHANDO A IMAGEM DA VIRGEM MARIA POR APROXIMADAMENTE 5 HORAS NUM PERCURSO DE 7 QUILÔMETROS, QUE SAIU DA IGREJA DE SÃO SEBASTIÃO E PROSSEGUIU ATÉ A IGREJA MATRIZ







* FOTOGRAFIAS:
www.notapajos.com.br

05 julho, 2012

Bispos se posicionam sobre Grandes projetos da Amazônia



SANTAREM.3JULHO
Um dos problemas enfrentados hoje pelas populações da Amazônia são os grandes projetos, que além de causarem grande impacto ao meio ambiente, geram lucros para alguns e provocam inúmeros impactos sociais negativos nas cidades onde estão instalados. Esse foi o assunto principal da primeira coletiva oficial concedida à imprensa na tarde desta terça-feira, 03 de julho, no Seminário São Pio X, como parte do 10º encontro dos bispos da Amazônia, que está sendo realizado em Santarém-PA.
A entrevista foi concedida por dom Jesus Maria Berdonces, bispo da prelazia de Cametá e presidente do Regional Norte I; dom Mosé João Pontelo, bispo da Diocese de Cruzeiro do Sul e presidente do regional Noroeste; dom Roque Paloschi, bispo da Diocese de Roraima e presidente do Regional Norte 1 e Monsenhor Raimundo Possidônio, coordenador de Pastoral da Arquidiocese de Belém e historiador.
Dom Jesus Maria Berdonces afirmou que a Amazônia é tida até hoje como uma colônia, aonde as pessoas vêm, pegam a matéria prima, enriquecem e vão embora. “Esse é um modelo capitalista pautado pelo governo para a Amazônia, que não leva em conta o povo que aqui mora. Para eles, o povo é apenas um detalhe, que atrapalha o desenvolvimento, ressalta”.
Ele destacou que existe outro modelo defendido pela Igreja, cujo foco são os povos que estão na Amazônia. “A igreja defende o incentivo à agricultura familiar, defende que os lucros das riquezas (minerais e vegetais) sejam deixados na Amazônia, e que os povos sejam ouvidos”.
Já dom Roque Paloschi destacou que a questão é saber quem está usufruindo dos lucros desses grandes projetos, que além de terem as bênçãos do governo, são financiados com o dinheiro público. Ele ressalta que as populações não têm garantias, e suas terras quase sempre são “abocanhadas” pelo agronegócio e por grupos econômicos que aqui chegam.
Dom Roque defende o respeito à biodiversidade, a participação de homens e mulheres amazônidas, que possuem a sabedoria milenar e tradicional de cuidar do meio ambiente sem agredi-lo. Ele espera que o encontro de Santarém provoque uma verdadeira reflexão. “Nós esperamos contribuir para que uma reflexão aconteça para que nossas comunidades se tornem sujeitos dessa região e não apenas vista como um entrave no processo do desenvolvimento sonhado pelo agronegócio  e pelo governo”, enfatiza.
Dom Mosé João Pontelo afirma que os problemas estão aí, e isso requer responsabilidade dos pastores, que são lideres dessa igreja. E o encontro de Santarém vai apontar qual será o caminho a ser seguido nos próximos cinco anos.
Dom Jesus Maria acredita que os bispos têm a obrigação de tentar iluminar a caminhada com a Palavra de Deus, mas também assumir o desafio e o povo da Amazônia. “É necessário não fugirmos da cruz de nosso Senhor, que é a cruz dos pobres e dos povos desta região”, finalizou.
O 10º encontro dos bispos terá um documento conclusivo e uma carta encaminhada aos governantes dos Estados da Amazônia, outra ao Povo de Deus e uma ao Papa Bento XVI.

IGREJAS DE BELTERRA



PARÓQUIA DE SANTO ANTÔNIO DE PADUÁ- LOCALIZADO NA ESTRADA 1 - CIDADE DE BELTERRA, CONSIDERADA A MATRIZ DA CIDADE, POR SE A ÚNICA PARÓQUIA DESTA REGIÃO.


03 julho, 2012

IGREJAS DE BELTERRA

IGREJA DE SÃO JOSÉ LOCALIZADA NA ESTRADA 8, BELTERRA-PA, FOI A PRIMEIRA IGREJA CATÓLICA DA CIDADE E PERTENCE A DIOCESE DE SANTARÉM -PA, ESTÁ PORÉM FOI A IGREJA EM QUE FUI BATIZADO.
IGREJA DE SÃO JOSE-BELTERRA -PA, Por JULIO CESAR DE ALMEIDA













IGREJAS DE BELTERRA


IGREJA DE SANTA LUZIA, NA VILA 129 CIDADE DE BELTERRA-PA, PERTENCENTE A DIOCESE DE SANTARÉM-PA


Igreja de Santa Luzia em Belterra-Foto:J. HELDER S. ARAUJO

Bispos fazem análise de conjuntura da Amazônia


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Foi aberto com uma celebração eucarística na noite desta segunda-feira, 02 de julho, o 10º Encontro da Igreja na Amazônia, em Santarém (PA). A missa foi presidida pelo arcebispo de Belém, dom Alberto Taveira, e concelebrada pelos bispos dos regionais Norte 1, Norte 2 e Noroeste da CNBB, além do presidente da Comissão Episcopal para a Amazônia, Cardeal Cláudio Hummes.

O Encontro marca a celebração dos 40 anos do Documento de Santarém, que traçou as linhas prioritárias de ação da Igreja na Amazônia. Para o bispo da prelazia do Xingu, dom Ervin Klauter, o encontro de 1972 foi um marco na história de toda a Amazônia. “Agora, 40 anos depois, estamos diante de novos desafios, talvez mais fortes ainda. Espero que esse encontro aqui mostre alguma luz e pelo menos mostre a unidade dos bispos diante dessa devastação, desse estrago que a Amazônia está sofrendo”, destacou.

Na manhã desta terça-feira, 03 de julho, os trabalhos foram iniciados também com celebração eucarística, desta vez presidida por dom Luiz Soares Vieira, arcebispo de Manaus. A homilia, preferida por pelo arcebispo emérito de Porto Velho, dom Moacir Grecchi, destacou o pioneirismo do Documento de Santarém. “Foi aqui que surgiram nossas quatro primeiras prioridades que depois foram migrando para a Igreja em todo o Brasil”.

Durante a manhã de hoje, os bispos realizaram uma retrospectiva do Documento de Santarém, e em seguida a análise de conjuntura da região, discutindo sobre a realidade socioeconômica. Já no período da tarde, divididos em grupos, fazem a reflexão sobre os desafios para o seguimento de Jesus Cristo na realidade da Amazônia.

Com informações de Rosa Rodrigues, Joelma Viana e Ercio Santos, da Pascom de Santarém (PA)

Dom Moacyr Grecchi: “Santarém definiu o rosto da Igreja na Amazônia”


dommoacyrgrechiEsta semana, de 2 a 6 de julho, a cidade de Santarém (PA) recebe os bispos dos regionais Norte 1, 2 e Noroeste da CNBB para o 10º Encontro da Igreja na Amazônia. O evento deve ser uma celebração e avaliação da caminhada da Igreja na região nos últimos 40 anos, inspirada pelo Documento de Santarém (1972).

Na avaliação do bispo emérito de Porto Velho (RO), dom Moacyr Grecchi, o balanço que pode ser feito das últimas quatro décadas é positivo, inclusive pelos avanços na formação dos leigos, da pastoral indígena e da formação sociopolítica das comunidades. Entretanto, há antigos e novos desafios a serem enfrentados.

Confira abaixo a entrevista concedida ao site da CNBB.

O senhor poderia explicar a conjuntura que levou ao Encontro dos bispos da Igreja na Amazônia, em 1972?
dom_moacyr1O Concílio Vaticano II, convocado pelo papa João XXIII e completado por Paulo VI, foi uma sacudida do Espírito Santo em toda a Igreja Católica. Certamente, foi o fato mais notável nos últimos séculos na história da Igreja. Para proporcionar a encarnação dos documentos deste Concílio, o papa convocou a Conferência de Medellín, onde uma das marcas era a questão da libertação, a conjuntura da América Latina, a questão da justiça social. Em Medellin, foi debatida a liberdade cristã no verdadeiro sentido da palavra: espiritual, econômica, política, especialmente por conta das ditaduras militares que se vivia aqui em muitos países. Ali também se definiu o que é uma comunidade eclesial de base: é uma célula, a menor porção institucional do Povo de Deus, que é Igreja. É ali que o cristão, de fato, vive a fraternidade cristã, recebe os sacramentos, promove e partilha a comunhão, inspirado do exemplo das comunidades apostólicas.
Nesse meio tempo, sentia-se no Brasil que a Amazônia era algo muito distante. Talvez nem fosse considerada como parte da Igreja no Brasil. Talvez com exceção de Belém, que é uma sede antiga, São Luís do Maranhão, Manaus... Estes eram locais com alguma estrutura razoável, como paróquias, seminários, enfim. O restante, as prelazias e dioceses de hoje, foram entregues na época, numa intuição muito boa, para grupos de religiosos, para tentar criar a estrutura para a formação de dioceses. Uma coisa muito boa. Quase em toda a cidade da Amazônia a Igreja chegava, além de sua presença institucional e evangelizadora, com a catequese, pastorais, movimentos, ela também chegava com escolas e hospitais. Então, considerando o Concílio, as conclusões de Medellín e a situação da Amazônia, podemos delinear assim o contexto que inspirou o encontro dos bispos em Santarém. Eu não estava presente, apesar de já nomeado, mas conheci todos os bispos que lá estiveram. Foi de 24 a 30 de maio de 1972, exatamente quando eu fui nomeado prelado de Rio Branco, no Acre, que na época se chamava de Acre-Purus. Me recordo que o papa Paulo VI, num documento de incentivo a este encontro, disse uma fase que continua nos inspirando: “Cristo aponta para a Amazônia”. E ele continua apontando, e eu creio que nos últimos 20 anos a Igreja no Brasil descobriu a força da Amazônia. E hoje, as coisas já são bastante diferentes.

Quais foram as linhas prioritárias traçadas pelos bispos no Documento de Santarém, e que balanço o senhor faz dos frutos desta iniciativa e de seus frutos?
Antes de mais nada, é preciso dizer que foi a primeira vez que se usou esta expressão “prioridades pastorais”. Além das linhas prioritárias, nós temos duas posições ou faróis que iluminam estas linhas. Primeiro, a encarnação na realidade: nós precisávamos conhecer mais nossa realidade, valorizar mais o nosso povo, sentir de perto a sua cultura. Conheci bispos santos, que se eu fosse papa canonizava todos. Eram anciãos muito acolhedores, que viveram esta realidade da encarnação. O outro era a evangelização libertadora: mostrar que ser cristão não é ser acomodado. Estes dois luzeiros: a encarnação e a evangelização libertadora deviam iluminar as quatro prioridades.
Eu digo que este Documento de Santarém é a carteira de identidade da Igreja da Amazônia. Ele mostra como foi se conformando o nosso rosto, e como a Igreja foi tomando o rosto amazônida. A primeira prioridade: formação de agentes pastorais. Em todos os níveis: desde o coroinha, o catequista, até o bispo; dioceses que não tinham agente algum, em dois anos conseguiu formar quase mil leigos e leigas, dedicados à evangelização.
A segunda prioridade foi a formação das comunidades de base: comunidades menores, base de uma Igreja local, onde se pode viver melhor o espírito das comunidades primitivas e receber os sacramentos. Não houve uma explosão, mas em diversas dioceses houve um crescimento expressivo.
A terceira prioridade era a pastoral indigenista. Logo após a criação do Conselho Indigenista Missionário, os bispos assumiram o apoio à sua ação e a capacitação missionária para o trabalho junto aos povos indígenas.  A quarta prioridade foi o incentivo à participação nas frentes pioneiras, como as estradas.

Quais os principais desafios para a Igreja hoje na região?dom_moacirgrechi
Bom, hoje fala-se muito em urbanização na Amazônia. É muito estranho falar em urbanização quando nas cidades vemos pessoas vivendo em condições precárias, às vezes até sem latrina. O nome é outro: devia se chamar de marginalização de povos que tinham via mais sadia na mata, mas que em busca de uma vida melhor acabam indo para cidades como Manaus, onde não tem condições de oferecer vida digna. Agora, temos o desafio das drogas, já que estamos muito perto das fontes aqui. O acesso é muito fácil.
Há em alguns lugares boas iniciativas de realizar as Santas Missões. Continua o desafio da formação do clero: não se improvisam bons formadores. Em Rio Branco e Porto Velho consegui uma parceria com a Universidade de Campinas, que vinham dar aula em nossos seminários aqui. Precisamos de colaboração com a formação dos futuros padres. É algo que melhorou, mas temos muito ainda para avançar. Na formação de leigos, creio que todas as nossas Igrejas tem uma formação de qualidade, segundo as orientações da CNBB Nacional. Há formação até em nível superior. Temos muito a progredir, e precisamos de colaboração, inclusive econômica. O dízimo está implantado em todas as dioceses, e todas conseguem manter o básico. Mas os custos são altos: ainda é preciso buscar dinheiro fora. Vocês não tem ideia de como é caro manter os barcos para o transporte nos rios amazônicos, levando os missionários. A Igreja no Brasil e fora daqui também deve estar disponível para colaborar com esta realidade.

Na programação do 10º Encontro de Santarém, está prevista a coleta de sugestões para uma “Evangelização Encarnada, Missionária e Profética na Amazônia”. Qual a importância desta atitude para os agentes da Igreja na região? 
Acho que evangelização encarnada já é um dos luzeiros de nossa ação nesta região. Não quero generalizar, mas especialmente os novos missionários devem estar atentos que aqui já existe uma caminhada feita, e que é preciso caminhar conosco. A pior praga que tem é um missionário que vem pra ensinar. Ele deve vir para aprender também, e assumir a Igreja daqui que tem muita coisa para ensinar. É preciso preparar e formar o missionário, de preferência aqui, para que ele valorize o que temos de bom.

Encontro dos Bispos da Amazônia começou nesta segunda


IgrejaSantaremSantarém recebe a partir desta segunda-feira, 02 de julho, do 10º Encontro dos Bispos da Amazônia. O evento vai reunir cerca de 40 bispos dos estados do Pará, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima, Acre, Mato Grosso, Maranhão, Rio Grande do Norte, além dos coordenadores de pastoral, leigos e religiosas das Dioceses e das prelazias desses Estados.

O Secretário Geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, e o presidente da Comissão Episcopal para a Amazônia, dom Claudio Hummes também estarão presentes no encontro. Na avaliação do padre Luiz Pinto, administrador da Diocese de Santarém, o encontro é uma oportunidade para retomar, rever e reviver o encontro, que há 40 anos, elaborou as diretrizes pastorais para a Igreja da Amazônia. “Para toda a Amazônia, é importante que a gente hoje reveja a caminhada, o caminho que foi traçado, aquilo que foi realizado, e procuremos agora acertar o passo novamente”.

O administrador diocesano lembra que após o encontro, surgiram muitas dioceses e prelazias. “A temática do encontro é o seguimento de Cristo na Amazônia. Seguir? O que significa seguir Cristo, se naquele encontro de 72, a orientação básica veio do papa Paulo VI: ‘Cristo aponta para a Amazônia’? Hoje a pergunta é a mesma, esse mesmo Cristo, que continua apontando para a Amazônia, nos diz o quê? Que significa hoje seguir o Cristo na Amazônia como seus discípulos e seus evangelizadores?”

O 10º Encontro ocorre no seminário São Pio Décimo, até o dia 06. A abertura, nesta segunda-feira, será com celebração eucarística às 18 horas, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição (foto). Logo após os bispos seguem para o Seminário, onde acontece a acolhida aos participantes pela Comissão Episcopal da Amazônia.

(Com informações da Pascom/Santarém - Joelma Viana)

26 junho, 2012

CATEDRAL DE SANTARÉM

crucifixo de ferro doado em 1846 pelo cientista alemão Von 

Martius, um dos maiores estudiosos da flora brasileira. Com 

1,62 metro, o crucifixo foi a forma encontrada por Von 

Martius para agradecer o fato de ter escapado de um naufra-

gio no rio Amazonas, perto de Santarém .


Bispos da Amazônia celebram 40 anos do documento de Santarém


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CATEDRAL DE SANTARÉM

Está tudo pronto para o encontro que vai reunir os bispos da Amazônia em Santarém (PA), entre os dias 2 e 6 de julho. O 10ª Encontro da Igreja na Amazônia será realizado no Seminário São Pio Décimo e destacará o tema: Cristo Aponta para a Amazônia. Estão confirmadas as presenças do Secretário Geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, além do presidente da Comissão Episcopal para a Amazônia, cardeal Cláudio Hummes.

Participam do encontro os bispos das dioceses dos três regionais da CNBB na região da Amazônia: Norte I (norte do Amazonas e Roraima); Norte 2 (Pará e Amapá) e Noroeste (Rondônia, Acre e sul do Amazonas).

O ponto central é a reflexão da ação evangelizadora da Igreja na Amazônia nos últimos 40 anos, que tem como base o “Documento de Santarém”, elaborado em 1972. Também serão apresentadas sugestões para uma Evangelização Encarnada, Missionária e Profética na Amazônia para os próximos cinco anos.

Está prevista a elaboração de uma carta ao Povo e aos Governadores dos Estados da região amazônica, e outra ao Papa Bento XVI, com os resultados do evento.

20 junho, 2012

CAVALEIROS DE SANTARÉM-PA







DECRETO PONTIFÍCIO.
"PIO PAPA X. AMADO FILHO( MANOEL VALENTIM DE OLIVEIRA DA PAZ), SAUDAÇÃO E BENÇÃO APOSTÓLICA.
TENDO NÓS SIDO INFORMADO E RECONHECENDO NÓS POR DOCUMENTO IMPORTANTÍSSIMO DO ANTISTITE TITULAR DE ARGOS, O PRELADO NULLUS DE SANTARÉM, SERES TU PESSOA HONRADA DE PRECLARES VIRTUDES E QUE ASSIDUAMENTE EMPREGAS TODO O ZELO E TRABALHO NO CARGO DE PRESIDENTE DA CONFERENCIA DOS VICENTINOS, QUE EXERCITA A CARIDADE PARA COM OS POBRES, DEVERAS TE ACHAMOS DIGNO DE NÓS HONRAMOS COM O TITULO HONORIFICO E PRÉMIO. PORTANTO, POR ESTAS LETRAS TE FAZEMOS,CONSTITUÍMOS E PROCLAMAMOS CAVALEIRO DA ORDEM EQUESTRE DE SÃO SILVESTRE PAPA, ALISTANDO-TE NAS FILEIRAS DESTES CAVALEIROS DISTINTISSIMOS. CONCEDEMOS COM ESTE INTENTO A TI, AMADO FILHO, QUE, QUE POSSAS LIVRE E LICITAMENTE POR A FARDA PRÓPRIA DESSA ORDEM EQUESTRE COMO TAMBÉM TRAZER A RESPECTIVA INSÍGNIA A SABER: A CRUZ ÁUREA, OCTÓGONO, EM CUJA ALVA SUPERFÍCIE HÁ NO CENTRO A EFÍGIE DE SÃO SILVESTRE PAPA, PENDENTE EM FITA DE SEDA BICOLOR VERMELHA E PRETA, SENDO VERMELHA NAS ORLAS, NO LADO ESQUERDO DO PEITO, COMO USAM OS OUTROS CAVALEIROS. MAS PARA QUE NÃO HAJA DIFERENÇA, QUER NO TRAJE,QUE NA MANEIRA DE TRAZER A DITA CRUZ, MANDAMOS QUE A TI SE ENTREGUE O FIGURINO ANEXO. DADO EM ROMA, JUNTO A SÃO PEDRO, SOB O ANEL DO PESCADOR, NO DIA 05 DE JULHO DE 1910, SÉTIMO ANO DO NOSSO PONTIFICADO.
RAPHAEL CARDEAL MERRY DE VAL
secretário de estado  

DIOCESE DE SANTARÉM-PA


GALERIA DOS BISPOS QUE GOVERNARAM A DIOCESE DE SANTARÉM

Dom Esmeraldo Barreto de Farias
2007 - 2011
Dom Severino França, OFM cap
2004 - 2009
Dom Lino Vombömmel
1985 - 2007
Dom Tiago Miguel Ryan, OFM
1958 - 1985
Dom Floreano Lowenau, OFM
1950 - 1957
Dom Anselmo Pietrulla
1947 - 1949
Dom Eduardo Herberhold, OFM
1928 - 1931
Dom Amando Bahlmann, OFM
1907 -1939
Dom Frederico Benício de Sousa Costa
1904 - 1907
DURANTE 109 ANOS DA IGREJA PARTICULAR DE SANTARÉM NOVE BISPOS DERAM RUMOS A PRELAZIA E DIOCESE DE SANTARÉM, SENDO QUE, TRÊS DELES FORAM AXILIARES E SOMENTE UM TEVE DIREITO A SUCESSÃO EPISCOPAL.

19 junho, 2012

BISPOS DE SANTARÉM-PA


 DOM ESMERALDO BARRETO DE FARIAS


3°BISPO DIOCESANO DE SANTARÉM (2007-2011)
DOM ESMERALDO BARRETO DE FARIAS, NASCEU EM SANTO ANTONIO DE JESUS-BA, A 04 DE JULHO DE 1949.
FOI ORDENADO SACERDOTE EM 09 DE JANEIRO DE 1977, NA DIOCESE DE AMARGASA.
EM 2000 O PAPA JOÃO PAULO II O NOMEOU BISPO TITULAR DA DIOCESE DE PAULO AFONSO-BA.
O PAPA BENTO 16 NOMEOU BISPO TITULAR DA DIOCESE DE SANTAREM-PA, A 28 DE FEVEREIRO DE 2007.
EM CONCELEBRAÇÃO EUCARISTICA REALIZADA NA IGREJA DO SANTISSIMO SACRAMENTO TOMA POSSE COMO 3°BISPO DIOCESANO DE SANTAREM DOM ESMERALDO BARRETO DE FARIAS,A 22 DE ABRIL DE 2007. 
TRANSFERIDO PARA ASSUMIR  A ARQUIDIOCESE DE PORTO VELHO EM 30 DE NOVEMBRO DE 2011.

BISPOS DE SANTARÉM-PA


 DOM SEVERINO BATISTA DE FRANÇA


3°BISPO AUXILIAR DE SANTARÉM (2004-2007)GOVERNO DOM LINO VOMBOMMEL
DOM SEVERINO BATISTA DE FRANÇA,NASEU EM BEZERROS-PE,A 29 DE JANEIRO DE 1945
EMITIU VOTOS PERPETUOS EM 12 DE DEZEMBRO DE 1967.
ORDENAÇÃO PREBISTERAL EM BEZERROS-PE, POR DOM JOSÉ LAMARTINE SOARES, BISPO AUXILIAR DE OLINDA E RECIFE, A 08 DE DEZEMBRO DE 1972.
ESTUDOU TEOLOGIA ESPIRITUAL, COM ESPECIALIZAÇÕA EM FRANCISCANISMO, NO PONTIFICIO ATENEU ANTONINO DE ROMA.
FOI ELEITO BISPO TITULAR DE GERPINIANA E AUXILIAR DO BISPO DE SANTARÉM,PELO PAPA JOÃO PAULO II, Á 04 DE AGOSTO DE 2004.
ORDENAÇÃO EPISCOPAL DE DOM SEVERINO BATISTA DE FRANÇA EM MACEIÓ-AL, A 07 DE OUTUBRO DE 2004.
DOM SEVERINO BATISTA DE FRANÇA TOMA POSSE, EM CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA NA IGREJA DO SATISSIMO SACRAMENTO COMO 3° BISPO AUXILIAR DE SANTARÉM, A 31 DE OUTUBRO DE 2004.
DOM SEVERINO BATISTA DE FRANÇA E NOMEADO BISPO DIOCESANO DE NAZARÉ DA MATA-PE POR SUA SANTIDADE O PAPA BENTO 16, A 07 DE MARÇO DE 2007. 

BISPOS DE SANTARÉM-PA


 DOM LINO VOMBOMMEL


2°BISPO AUXILIA DE SANTARÉM (1981-1985) GOVERNO DOM TIAGO RYAN.
2°BISPO DIOCESANO DE SANTARÉM (1985-2007)
NASCEU EM TERESÓPOLIS, ESTADO DE SANTA CATARINA, A 24 DE JULHO DE 1934.
INGRESSOU NA ORDEM DOS FRADES MENORES(OFM)NA PROVÍNCIA DA IMACULADA CONCEIÇÃO A 23 DE DEZEMBRO DE 1957.
ORDENADO SACERDOTE EM PETRÓPOLIS(RJ), A 15 DE DEZEMBRO DE 1962.
COORDENADO DO SETOR EPISCOPAL SUL DE SÃO PAULO, DE 1970 A 1971.
SECRETÁRIO-GERAL DA PASTORAL E DOS SETORES DE ATIVIDADES DA PROVÍNCIA,1972 A 1973.
PRESIDENTE NACIONAL DA PASTORAL NIPO-BRASILEIRA, DE 1976 A 1981.
DEFINIDOR DA PROVÍNCIA DE 1974 A 1979 E VICE-PROVINCIAL DE 1979 A 1981.
SAGRADO BISPO EM SANTARÉM, A 15 DE AGOSTO DE 1981.
DESIGNADO BISPO COADJUNTOR DE SANTARÉM COM DIREITO A SUCESSÃO DE DOM TIAGO, EM 15 DE JUNHO DE 1983.
ELEITO BISPO DIOCESANO DE SANTARÉM, A 27 DE NOVEMBRO DE 1985.
O PAPA BENTO 16 ACEITA A RENÚNCIA DE DOM LINO AO GOVERNO PASTORAL DA DIOCESE DE SANTARÉM E NOMEIA COMO ADMINISTRADOR DIOCESANO, A 28 DE FEVEREIRO DE 2007.
FALECE, ÁS 14 H. NA UTI DO HOSPITAL MUNICIPAL, EM SANTARÉM,DOM LINO VOMBOMMEL,BISPO EMÉRITO DA DIOCESE, A 06 DE AGOSTO DE 2007.
APÓS UM COMOVENTE VELÓRIO, E CELEBRAÇÃO EXEQUIAL, FOI SEPULTADO NO INTERIOR DA CATEDRAL DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO, A 07 DE AGOSTO DE 2007. 

BISPOS DE SANTARÉM-PA


 DOM TIAGO M. RYAN


5°BISPO PRELADO E 1°BISPO DIOCESANO DE SANTARÉM.
NASCEU EM CHICAGO(ESTADOS UNIDOS), A 17 DE NOVEMBRO DE 1912.
INGRESSOU NA ORDEM DOS FRADES MENORES, A 19 DE AGOSTO DE 1931.
ORDENADO EM TEUTÓPOLIS, A 24 DE JUNHO DE 1938.
CHEGOU A PRELAZIA, A 25 DE JUNHO DE 1943.
NOMEADO DELEGADO PROVINCIAL DOS PP. FRANCISCANOS, EM 1954.
NOMEADO VIGÁRIO-GERAL DA PRELAZIA, 27 DE SETEMBRO DE 1957.
NOMEADO BISPO TITULAR DE MARGO E PRELADO DE SANTARÉM, A 31 DE JANEIRO DE 1958.
SAGRADO BISPO EM CHICAGO, A 09 DE ABRIL DE 1958.
TOMOU POSSE DA PRELAZIA , A 09 DE JULHO DE 1958.
ELEITO PELO PAPA PAULO VI PARA DELEGADO DA II ASSEMBLÉIA ESPISCOPAL LATINO-AMERICANA MEDELLÍM, 1968.
MEMBRO DO DIRETÓRIO DO MOVIMENTO DE EDUCAÇÃO DE BASE.
ELEITO BISPO DIOCESANO DE SANTARÉM, A 04 DE DEZEMBRO DE 1979.
BISPO EMÉRITO DA DIOCESE DE SANTARÉM, A 27 DE NOVEMBRO DE 1985.
FALECEU EM CHICAGO (EUA), A 12 DE JULHO DE 2002.
APÓS SER VELADO NOS ESTADOS UNIDOS, FOI TRANSLADADO PARA SANTARÉM-PA EM 19 DE JULHO E SEPULTADO NA CATEDRAL DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO EM 20 DE JULHO DE 2002. 

BISPOS DE SANTARÉM-PA


 DOM FLORIANO LOEWENAU


4°BISPO PRELADO DE SANTARÉM (1950-1957).
NASCEU EM SNOPKEN(ALEMANHA), A 24 DE MAIO DE 1912.
INGRESSOU NA ORDEM DOS FRADES MENORES, A 31 DE MARÇO DE 1931.
ORDENADO EM SALVADOR, A 22 DE MAIO DE 1937.
CHEGOU A PRELAZIA EM JULHO DE 1938.
NOMEADO COMISSÁRIO DOS PP. FRANCISCANOS NA PRELAZIA, A 19 DE OUTUBRO DE 1944.
NOMEADO BISPO TITULAR DE DRIVASTO E PRELADO DE SANTARÉM, A 08 DE SETEMBRO DE 1950.
TOMOU POSSE DA PRELAZIA, A 08 DE DEZEMBRO DE 1950.
TRANSFERIDO PARA A PRELAZIA DE ÓBIDOS(PA), A 11 DE OUTUBRO DE 1957.
TOMOU POSSE COMO PRIMEIRO PRELADO DE ÓBIDOS EM 02 DE FEVEREIRO DE 1958.
RENUNCIOU AO GOVERNO DA PRELAZIA DE ÓBIDOS A 07 DE DEZEMBRO DE 1972.
ASSUMIU A CAPELANIA DO HOSPITAL DA CARIDADE EM FLORIANÓPOLIS(SC), A 20 DE JANEIRO DE 1973.
FALECEU EM SÃO PAULO (SP) E FOI TRANSLADADO PARA FLORIANÓPOLIS,A 04 DE JUNHO DE 1979.
TRANSLADADO E SEPULTADO NA CATEDRAL DE ÓBIDOS, A 04 DE JUNHO DE 1986. 

BISPOS DE SANTARÉM-PA


 DOM ANSELMO PIETRULA


3°BISPO PRELADO DE SANTARÉM(1941-1949)
NASCEU EM KNUROW(POLÔNIA), A 12 DE SETEMBRO DE 1906.
INGRESSOU NA ORDEM DOS FRADES MENORES, A 30 DE ABRIL DE 1926.
ORDENADO EM SALVADOR, BAHIA, A 21 DE MAIO DE 1932.
NOMEADO ADMINISTRADOS APOSTÓLICO DA PRELAZIA DE SANTARÉM,A 16 DE AGOSTO DE 1941.
TOMOU POSSE DA PRELAZIA, A 08 DE DEZEMBRO DE 1941.
NOMEADO BISPO TITULAR DE CONAN, A 16 DE DEZEMBRO DE 1947.
SAGRADO BISPO EM SALVADOR-BAHIA, A 08 DE FEVEREIRO DE 1948.
TRANSFERIDO PARA A DIOCESE DE CAMPINA GRANDE(PB), A 08 DE MAIO DE 1949.
NOMEADO BISPO PARA A DIOCESE DE TUBARÃO(SC), A 08 DE MAIO DE 1955.
RENUNCIOU O GOVERNO DA DIOCESE DE TUBARÃO EM 02 DE MARÇO DE 1980.
FALECEU E FOI SEPULTADO EM TUBARÃO(SC) A 25 DE MAIO DE 1992. 

BISPOS DE SANTARÉM-PA


 DOM EDUARDO HERBERHOLD



1°BISPO AUXILIAR DE SANTARÉM-(1928-1931) GOVERNO DE DOM AMANDO BAHLMANN
NASCEU EM LIPPSTADT,ALEMANHA, A 28 DE JUNHO DE 19872.
INGRESSOU NA ORDEM DOS FRADES MENORES, A 04 DE MAIO DE 1890.
CHEGOU AO BRASIL(RECIFE-PE),A 10 DE JULHO DE 1894.
ORDENADO EM SALVADOR, BAHIA, A 18 DE AGOSTO DE 1895.
ELEITO MINISTRO PROVINCIAL, A PRIMEIRA VEZ EM 1913, A 2° 1926.
NOMEADO BISPO TITULAR DE HERMÓPOLIS-MAIOR E AUXILIAR DO PRELADO DE SANTARÉM, A 07 DE JANEIRO DE 1928.SAGRADO BISPO EM SALVADOR, 06 DE MAIO DE 1928.
TOMUOU POSSE COMO BISPO AUILIAR, EM SANTARÉM, A10 DE SETEMBRO DE 1928.
TRASFERIDO PARA A DIOCESE DE ILHÉUS, A 30 DE JANEIRO DE 1931.
FALECEU EM SALVADOR, BAHIA , EM 24 DE JUNHO DE 1939.
FOI SEPULTADO EM ILHÉUS, BAHIA, NA CATEDRAL CONTRUÍDA SOB SEU GOVERNO.